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Angina

Problema geralmente está associado à aterosclerose A angina é uma dor ou desconforto no peito causada pela diminuição do fluxo de sangue no coração. Geralmente está associada à doença arterial coronariana (ou aterosclerose), podendo se manifestar de forma súbita ou recorrente.

Essa dor ocorre porque, com o acúmulo de gordura na parede das artérias (aterosclerose), o músculo cardíaco não recebe a quantidade adequada de oxigênio necessária para o seu funcionamento.

Tipos e causas

Existem dois tipos de angina: estável e instável. A primeira é a forma mais comum, que ocorre em situações de esforço, como subir escadas ou fazer exercícios físicos, e desaparece com o repouso. Isso acontece porque o coração precisa de mais oxigênio, e a quantidade de sangue bombeada não é suficiente para oxigená-lo. Além de atividade física, o estresse emocional, temperaturas frias, refeições pesadas e tabagismo também podem causar esse tipo de dor.

Já na angina instável o desconforto não é amenizado com o repouso. A dor surge de forma súbita, geralmente no repouso, por um bloqueio ou redução do fluxo sanguíneo nas artérias do coração. É um sintoma perigoso, pois geralmente precede o ataque cardíaco. Além do entupimento das artérias, as causas desse tipo de angina são tabagismo, estresse, uso de drogas como cocaína e medicamentos que estimulam a contração das artérias.

A angina também pode estar associada a outras doenças, como hipertensão arterial, disfunção na válvula aórtica e insuficiência cardíaca.

Fatores de risco

Tabagismo, diabetes, hipertensão arterial não controlada, colesterol e triglicérides em níveis mais altos do que o recomendado, sedentarismo, obesidade, stress, idade (a partir dos 45 anos) e herança genética.

Sintomas

O principal é a dor. Os pacientes que têm angina relatam uma sensação de aperto, pressão, peso e compressão na região do tórax que podem se estender até os ombros, braços, pescoço e costas. Muitas pessoas confundem com dor de indigestão. Na dúvida, o recomendado é procurar um médico imediatamente.

Diagnóstico

Para a investigação do diagnóstico, além de um exame clínico, é analisada a presença de fatores de risco, como hipertensão ou diabetes, e se há história de angina na família. Também contribuem para a detecção da doença exames como eletrocardiograma, teste de esforço, radiografia, ecocardiograma, cateterismo e testes para verificar os índices de colesterol, glicose e proteína PCR. Quando esses índices estão alterados pode ser sinal de inflamação na parede das artérias.

Prevenção

Adoção de hábitos saudáveis, como praticar atividade física regularmente e manter uma dieta equilibrada, cessação do tabagismo, controle da diabetes e da pressão e redução do nível de estresse.

Tratamento

Além da mudança de estilo de vida, pode ser feito tratamento com medicamentos e exercícios de reabilitação cardíaca.

Fonte: http://www.einstein.br/einstein-saude