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AS DIFERENÇAS ENTRE OS SINTOMAS DO INFARTO E DO AVC

 

É importante ficar muito atento aos sinais clássicos do infarto e do AVC. Dor no peito em caráter opressivo, com ou sem irradiação para os membros superiores, sudorese fria, falta de ar e náusea são os sintomas mais perceptíveis da doença coronariana instável. Já o AVC é caracterizado por perda repentina da força muscular e/ou da visão, dificuldade para falar, tonturas, formigamento em um dos lados do corpo, alterações de memória, dor de cabeça, náuseas e vômitos.

Os sintomas dependem do tipo de AVC. No acidente vascular cerebral isquêmico, que geralmente afeta pessoas de mais idade, há perda repentina da força muscular e/ou da visão, dificuldade para falar, tonturas, formigamento em um dos lados do corpo e alterações de memória. Esses sinais clínicos podem ser transitórios, mas, ainda assim, demandam cuidados médicos emergenciais. Já no acidente hemorrágico, que ocorre em pessoas mais jovens, além desses mesmos sintomas, o quadro costuma ser marcado por dor de cabeça, inchaço cerebral, náuseas, vômitos e até convulsões.

Os mesmos fatores de risco que predispõem uma pessoa a ter um infarto agudo do miocárdio também se aplicam ao acidente vascular cerebral (AVC). Estamos falando de hipertensão arterial, colesterol elevado, tabagismo, alcoolismo, diabetes, sedentarismo, obesidade, estresse e história familiar de doenças cardiovasculares. Quando combinados em um mesmo indivíduo – como um fumante hipertenso e obeso, com altas taxas de colesterol –, tais aspectos elevam o risco de ocorrência de um acidente vascular com o passar do tempo, uma vez que a idade igualmente contribui para o enfraquecimento dos vasos.

Quem já teve uma obstrução em artérias do coração também está mais propenso a sofrer
um AVC, assim como pessoas portadoras de distúrbios da coagulação, nas quais o sangue coagula com muita facilidade e forma trombos que podem obstruir artérias e vasos. Uma outra causa de AVC é o desprendimento de um coágulo em alguma parte do corpo, em geral do coração, e que vai se alojar no cérebro, levando à oclusão de um vaso.

Na avaliação do médico, o paciente pode ser submetido a um eletrocardiograma – que, em muitas situações, pode sugerir a interrupção da circulação sanguínea no coração – e a exames de sangue que medem o nível de enzimas que aumentam com a destruição de células cardíacas. Em determinadas situações o ecocardiograma também pode ser útil. Nos casos de comprometimento neurológico essa investigação amplia-se com os estudos das condições cerebrais, que podem incluir desde ultrassonografias com doppler das artérias até ressonâncias nucleares magnéticas.

Fonte: http://www.fleury.com.br