Estudo recente realizado por cientistas nos Estados Unidos e na Grã-Bretanha afirma que exercícios físicos podem ser tão eficientes no combate a doenças cardíacas quanto remédios.

Segundo a reportagem da BBC, o trabalho foi publicado na revista científica British Medical Journal (BMJ). Os cientistas analisaram centenas de testes que envolveram 340 mil pacientes na busca de uma comparação entre efeitos de exercícios físicos e medicamentos.

As atividades físicas obtiveram resultados semelhantes aos dos medicamentos para doenças cardíacas, com exceção dos remédios da classe dos diuréticos, que tiveram melhores resultados.

Especialistas alertam que isso não significa que se deve abandonar o uso de remédios em prol de exercícios. Ambos têm que ser usados ao mesmo tempo no tratamento de doenças.

A seguir, o cardiologista Roberto Rocha e Silva, autor do livro “Querido Coração”, enumera algumas dicas fundamentais para quem deseja começar a se exercitar:

1 – Antes de se “amarrar” num tipo de exercício (corrida, futebol, natação, ciclismo) experimente algumas modalidades para ver com qual você se dá melhor. Converse com amigos que praticam atividade física regular. Quando escolher, converse com um treinador ou personal para se planejar. Se você ainda não fez o teste da esteira, talvez seja o momento de realizá-lo. Se já fez, discuta o resultado com o médico, pois assim ele poderá orientá-lo.

2 – Você pode começar com 15 minutos de exercícios diários, mas a meta deve ser chegar a, pelo menos, 40 minutos ou uma hora por sessão.

3 – Sempre que iniciar uma sessão e sentir-se indisposto, mal-humorado ou cansado, pare imediatamente. Nunca faça as atividades com má vontade, pois as chances de você desistir serão enormes.

4- Nas primeiras semanas ou mesmo nos primeiros meses, é provável que você não perceba que está melhorando o condicionamento físico nem que está perdendo peso. Mas não se preocupe, o que importa é manter-se saudável. Com o tempo, o resultado virá.

Fonte: http://coracaoalerta.com.br/mexa-se/atividade-fisica-pode-ser-tao-eficiente-para-o-coracao-quanto-remedio/