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AUTOMEDICAÇÃO: O RISCO SÓ AUMENTA SÓ AUMENTA QUANDO O ASSUNTO É CRIANÇA

 

O risco de automedicação é igual em crianças e adultos. A diferença é que um adulto suficientemente tolo para se automedicar tem em grande parte culpa disto ele mesmo, e a criança é vitima do adulto obtuso…
No Brasil, não existem estatísticas adequadas, mas imagina-se que as medicações mais utilizadas pelas mães, para tratar as crianças em casa, antes de consultar um médico, sejam os analgésicos e os anti-inflamatórios, principalmente para dor de garganta e dor de ouvido.
Outros problemas sérios podem ocorrer com essa prática que, muitas vezes pode parecer inocente. A superdosagem também leva a riscos, principalmente quando se fala de antibiótico: por exemplo, gentamicina ou amicacina em excesso podem levar a lesão renal.
A aspirina pode causar sangramento digestivo; o paracetamol, em superdosagem, a grave insuficiência do fígado. Os processos alérgicos independem de dose ou da indicação correta, pois podem ocorrer em qualquer contexto, mas quando por automedicação e indicação incorreta é imperdoável.
Da mesma forma que orientamos os adultos a evitar a automedicação, esperamos que pais e mães o façam com seus filhos. Educar é a melhor forma de prevenir. Criança aprende em casa os melhores hábitos.

Autor: Dr. Jacyr Pasternak, infectologista
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