Central de agendamento: (19) 3886.2444 | 3876.3435 | 3836.3839 | 3836.3894 | Facebook

CHOCOLATE: VILÃO OU MOCINHO ?

Conforme a legislação vigente, para um alimento ser considerado “chocolate” deve ter no mínimo 25% de cacau. Sendo assim, os outros 65% podem ser dos mais variados ingredientes. Os mais comuns são açúcar e gordura vegetal.
Altos teores de cacau, em pó ou em barras, estão associados a uma série de benefícios à saúde como redução de risco cardiovascular, melhora do raciocínio e controle da ansiedade. A má noticia é que isso não significa que podemos sair comendo chocolate à vontade… A  recomendação é que não se consuma mais que 30 g por dia de chocolate com, no mínimo, 70% cacau.
Quanto maior a concentração de chocolate no alimento, mais amargo ele tenderá a ser. O que torna o chocolate doce é a quantidade de açúcar presente, pois o cacau não é uma fruta de natureza adocicada. Assim, bolos, doces e sobremesas sabor chocolate, não entram na lista dos que trazem benéficos à saúde!
Nosso paladar é um reflexo da condição de nossa alimentação atual. Se você estiver habituado ao consumo de chocolates mais doces pode precisar de um período de adaptação para saborear com prazer chocolates mais amargos. O importante é realizar a mudança de maneira gradativa. Comece evitando chocolates recheados, ou do tipo branco, e vá aumentando a concentração de cacau do chocolate consumido aos poucos, até chegar ao de melhor qualidade do ponto de vista nutricional.
Como escolher o chocolate aliado da saúde?
  • Observe sempre a lista de ingredientes. Por lei está em ordem decrescente de quantidade. O cacau, ou massa de cacau, deve ser o primeiro da lista. Não é difícil encontrar chocolates cuja   embalagem refira  “55% de cacau” e o primeiro ingrediente da lista é o açúcar!
  • Evite aqueles que contem açúcar como primeiro ingrediente, Altas concentrações de açúcar faz com que a vontade de comer só aumente! Evite o primeiro pedaço. Não se iluda achando que estará aproveitando os benefícios do cacau, pois não são significativos nesses tipos.
  • Escolha chocolates que contenham o menor número de ingredientes possível, e que você reconheça. Uma linguagem rebuscada não significada que o produto é melhor e pode confundir o consumidor.
  • Evite chocolates fracionados ou que contenham gordura vegetal hidrogenada (gordura trans) na composição. Esse tipo de gordura está associada à inflamação crônica e pode aumentar o risco de doença cardiovascular e obesidade abdominal.
  • Cuidado com produtos quem contem cobertura “sabor” chocolate, isso significa que o produto tem menos de 25% de cacau.

Fonte: https://www.einstein.br