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COMO EVITAR AS DOENÇAS DE PELE NO VERÃO

Todo o ano é a mesma coisa, o verão chega e devemos ter atenção redobrada para a higienização do corpo, hidratação constante e o uso de roupas leves. As dicas são fundamentais, uma vez que o calor e o aumento da transpiração propiciam o desenvolvimento de micro organismos, como fungos e bactérias, que aproveitam as condições favoráveis para se reproduzir e desencadear um processo infeccioso.

Herpes labial, larva migrans (popularmente conhecido como bicho geográfico), micoses como as que se manifestam na virilha, unhas e pés frieira), miliária (brotoejas) e insolação: todas elas são fáceis de se obter no verão. É importante lembrar também das fotoalergias, em que o sol faz parte dos processos alérgicos provocados, por exemplo, pela ingestão de algum remédio.

De acordo com o dermatologista do Hospital Israelita Albert Einstein, Beni Grinblat, para as doenças que são diretamente relacionadas com o sol, como queimaduras, reações alérgicas ao sol, fitofotodermatose (inflamação da pele causada pelo contato com alguns vegetais ou frutas cítricas como o limão) a prevenção é se proteger mesmo do sol. “Devem ser utilizadas roupas adequadas, filtro solar e evitar os horários de maior exposição à radiação ultravioleta B, entre 10h às 15h”, explica o especialista. Já para as doenças relacionadas com a umidade, a indicação do dermatologista para fugir das micoses é uma boa higiene da pele, tanto lavando quanto enxugando bem depois de saídas de praias e piscinas. Apesar disso, alerta Grinblat: “Também não queremos uma pele muito ressecada, é necessário deixar essa pele hidratada também, assim como o cabelo, além do uso do filtro solar que é o que sempre insistimos”.
Para evitar a larva migrans (bicho geográfico), não há muito que fazer, uma vez que ela é desencadeada por um parasita que dá em cachorro, e o homem acidentalmente acaba pegando a larva. É muito comum no pé porque normalmente as pessoas andam descalças na areia. A solução seria proibir o cachorro de andar na areia e praia. “A prevenção implica em mudança de hábitos de comportamento”, afirma o dr. Beni. A brotoeja está relacionada com o aumento de suor nesta época do ano. Quando alguém transpira usando muita roupa no calor intenso, acaba formando as brotoejas – várias bolinhas vermelhas na pele. A prevenção é não hiper-agasalhar. O ideal, no verão, é usar roupas leves e de algodão.

Os sinais mais comuns do herpes labial são bolinhas de água que ardem, coçam e doem, entretanto, cada paciente pode apresentar um sintoma diferente. E a radiação ultravioleta é um dos fatores possíveis que podem desencadear um novo surto. A recomendação, de acordo com dr. Beni, é utilizar o protetor solar labial especialmente nessa época. A insolação também não pode ser esquecida, dependendo da gravidade, você pode ter desidratação, queda de pressão, taquicardia, falta de ar, e às vezes, até perda de consciência. Para evitá-la, deve-se tomar bastante água, isotônicos, ou água de coco a fim de manter o corpo sempre hidratado. “O indivíduo vai perdendo líquido e nem percebe, e depois pode evoluir para um caso bem mais grave”, conclui dr. Beni Grinblat.
Estas são algumas das doenças de pele mais frequentes nesta estação do ano. É importante preveni-las, para garantir que a diversão não acabe com o seu verão mais cedo.
 Fonte: www.einstein.br