Central de agendamento: (19) 3886.2444 | 3876.3435 | 3836.3839 | 3836.3894 | Facebook

Densitometria

 

A Densitometria de dupla emissão com fonte de fótons ou de raio X (DEXA), embora tenha sido desenvolvida em 1965, só foi aplicada na prática médica em 1980 quando melhor aperfeiçoada permitiu atingir a segurança mínima necessária para a aplicação de um método praticamente inócuo a saúde. Começou a ser usado no Brasil em 1986 e evoluiu muito, desde então, na sua técnica de realização, tempo de execução e tecnologia informática, possibilitando um grande avanço na capacidade de sua precisão diagnóstica. Permite também analisar com precisão, a massa óssea, a massa muscular e de gordura corporal e oferece ao médico um diagnóstico mais preciso da composição corporal do paciente, e se consolida como uma alternativa completa para os profissionais da saúde.

Densitometria Óssea (Avaliação Mineral Óssea)

A Densitometria Óssea é uma técnica que permite medir a quantidade de osso nas diferentes partes do esqueleto e predizer assim o risco de fraturas devido a diminuição da massa óssea. É ainda possível monitorizar as modificações na densidade mineral óssea devido a doenças que interferem no metabolismo ósseo ou na resposta terapêutica, com o intuito de minimizar os efeitos da osteoporose.

A osteoporose é uma doença esquelética sistêmica, caracterizada tanto por uma deficiência quantitativa quanto qualitativa de osso.

Estas são as principais manifestações clínicas da doença, sendo mais frequentes em vértebras, fêmur e antebraço.

A doença atinge homens e mulheres, com predominância nos indivíduos do sexo feminino com deficiência estrogênica e idosos. As mulheres brancas e na pós-menopausa apresentam maior incidência de fraturas.

A Densitometria óssea tem a capacidade de avaliar a densidade mineral óssea nos locais mais atingidos pela osteoporose. Atualmente, é considerado método padrão “ouro” para identificação de indivíduos com osteoporose, pois o erro de precisão é de 1 a 2%. O Exame de Densitometria Óssea, é o método preferencial para medição da massa óssea para todas as idades.  Avalia preferencialmente duas regiões principais e de maior interesse para a doença que são a coluna lombar, e/ou fêmur e/ou antebraço. Sendo um método não invasivo e de fácil e rápida execução, a Densitometria óssea ocupa um importante espaço nos métodos auxiliares diagnósticos.

A radiação necessária para a realização do exame é mínima

 

DENSITOMETRIA DE CORPO INTEIRO (Avaliação Composição Corpórea e Avaliação de Risco Cardiovascular e Síndrome Metabólica)

 

 

A utilização do método de densitometria na avaliação da composição corporal, permite a medida tanto da massa óssea quanto do conteúdo corporal de gordura e massa magra.

A densitometria por DEXA do corpo inteiro é o único método que avalia todos os compartimentos corporais (massa óssea, massa muscular e água, massa gordurosa).

Existem inúmeras aplicações clínicas para avaliação da composição corporal, doenças neuromusculares e em avaliações nutricionais. Outras aplicações incluem a monitorização das alterações de massa magra e de gordura esperadas nos pacientes em uso de hormônio de crescimento.

Uma vantagem da Densitometria por DEXA é o estudo particularizado de braços, pernas, tronco e abdômen que avalia a gordura abdominal, que está relacionada à resistência insulínica, dislipidemia e hipertensão arterial, que representa um risco adicional para doença cardiovascular e diabetes.

O exame, por ser não-invasivo, é muito simples para o paciente, não requer nenhum preparo e tem duração de 10-15 minutos. A radiação é extremamente baixa, e pode ser repetido quantas vezes for necessário. O Exame de densitometria pode ser considerado mais preciso que o IMC na avaliação de massa muscular e gordura

 

DENSITOMETRIA ESPORTIVA (Avaliação de Atletas)
Os atletas buscam padrões mais restritos de gordura corporal, dependendo da modalidade esportiva e da intensidade de seu treinamento. O DEXA faz análises transversas do corpo, em intervalos de 1cm da cabeça aos pés, e a partir dos resultados podemos quantificar a massa magra (muscular), massa óssea corporal total, massa livre de gordura, percentual de gordura, percentual de massa muscular e o tecido adiposo visceral. Tem inúmeras aplicações no estudo de composição corporal, particularmente na Medicina Esportiva e nos programas de condicionamento físico.