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GESTANTE E O PRÉ-NATAL

O pré-natal é uma assistência direcionada às mulheres grávidas. Por ter caráter preventivo é essencial para a saúde da gestante e do bebê.

Durante o pré-natal o médico obstetra esclarece as dúvidas da gestante ao longo da gravidez, procura diagnosticar e tratar doenças preexistentes, bem como identificar precocemente alterações que surjam na mãe e no feto, buscando corrigí-las. O ideal é que a 1ª consulta seja imediatamente após a confirmação da gravidez, compreendida nos três primeiros meses de gestação. Inicialmente, a frequência recomendável para as consultas são mensais e próximo ao termo recomenda-se que as consultas ocorram com intervalos menores, dependendo de cada caso. Em cada consulta será verificado o peso, a pressão arterial, o tamanho do útero para avaliar o crescimento e a posição do feto.

Exames recomendados no pré-natal

• Exame de urina;
• Glicemia;
• Grupo sanguíneo e fator RH;
• Hemograma;
• VDRL;
• Papanicolau;
• Sorologia para hepatite;
• Teste anti-HIV;
• Ultrassonografia.

Alimentação

O bom desenvolvimento do feto e a manutenção da saúde da mulher durante os nove meses de gestação estão diretamente ligados à alimentação. É preciso ingerir alimentos de vários grupos para garantir um bom suprimento de nutrientes fundamentais. Eis os mais importantes:

• Os carboidratos, encontrados na batata, no macarrão e nos pães, de preferência integrais, fornecem a glicose, importante para alimentar o bebê;
• O ferro, presente no feijão, nas carnes vermelhas e nas verduras verde-escuras, como couve e espinafre, entram na produção de hemoglobina, pigmento responsável pelo transporte de oxigênio aos órgãos da mulher e do bebê;
• A vitamina C, que está na goiaba, na acerola, no morango e nas frutas cítricas, ajuda o organismo a absorver o ferro ingerido;
• O cálcio, disponível no leite e em seus derivados, tem grande importância na formação óssea do bebê.

Em resumo, a gestante deve ter uma alimentação rica em verduras, legumes folhosos, leite e seus derivados, frutas, grãos integrais e carnes magras, orientada pelo obstetra ou nutricionista.

Em compensação, deve evitar o consumo de frituras, refrigerantes, doces e carnes gordurosas. Adoçantes artificiais precisam ser evitados na gestação, especialmente os que contêm Sacarina, pois essa substância consegue atravessar a placenta. Também a ingestão de bebidas alcoólicas deve ser evitada, uma vez que o consumo exagerado de álcool pode causar malformações no feto.

Parto Natural

O parto natural, na ausência de contra indicações, é o mais seguro tanto para a mãe quanto para o bebê.

Os benefícios do parto natural são inúmeros e vão desde uma melhor recuperação no pós-parto, praticamente imediata, a redução dos riscos de infecção hospitalar.

O método natural também traz benefícios para o bebê. O início das contrações é uma espécie de aviso de que a hora do nascimento está chegando. Neste caso há um menor desconforto respiratório do bebê. Ao passar pelo canal do parto, o tórax sofre uma descompressão compensatória, afastando os riscos de aspiração de líquido amniótico e asfixia. A profunda oxigenação que o bebê recebe ao nascer leva ao funcionamento pleno dos aparelhos cardiovascular e respiratório.

No parto natural a mulher pode amamentar a criança e fazer os seus cuidados pessoais logo após o nascimento. O contato direto com o bebê e o aleitamento na primeira hora após o parto oferece benefício psíquico para a vida toda da criança. Além de ter menos riscos de problemas respiratórios, o bebê cria um forte vínculo com a mãe.

A cesariana, por ser uma cirurgia, somente é indicada para os casos que o parto natural traga riscos para a mãe e/ou para o bebê.

Amamentação

O estímulo para amamentação ainda na sala de parto favorece a contração uterina, com consequente diminuição do sangramento pós-parto, permitindo ainda o primeiro contato real entre mãe e filho.

Benefícios para mãe

• Recuperação mais precoce do peso pré-gestacional;
• Reduz o risco de câncer de mama e de ovário;
• Pode prevenir a osteoporose.

Benefícios para o bebê

• É um alimento completo, não necessitando de nenhum acréscimo até os seis meses de idade;
• Aumenta o vínculo afetivo;
• Reduz os riscos de doenças respiratórias;
• Facilita a eliminação de mecônio e diminui a incidência de icterícia;
• Protege contra infecções;
• Diminui as chances de desenvolvimento de alergias.

Toda mãe é capaz de produzir leite

A grande dúvida das mães que amamentam diz respeito à produção de leite: como não conseguem ver o volume sugado pelos bebês, não sabem se estão produzindo esse alimento adequadamente. Muitas mulheres sentem-se inseguras, com o receio de que sejam incapazes de produzir leite em quantidade suficiente, mas isso raramente acontece. Ainda assim, essa insegurança acaba se tornando a causa mais frequente de desistência da amamentação.

Logo após o parto, a mama elimina pequena quantidade de colostro, de cor amarelada e transparente. Apesar dessa pequena quantidade, o colostro alimenta e protege o bebê contra infecções nos primeiros dias, pois tem mais proteínas e anticorpos que o leite e ainda estimula o intestino da criança a se desenvolver.

Alguns dias depois ocorre a descida do leite, as mamas ficam mais cheias e endurecidas e produzem grande quantidade de leite. No início, a quantidade de leite produzida é maior que a necessidade da criança. É recomendável que o leite excedente seja retirado por ordenha manual. As mamas ficam menos túrgidas na primeira quinzena após o nascimento, mas continuam a produzir leite suficiente. Para manter a produção adequada de leite, a criança deve mamar só no peito, e deve-se deixar o bebê esvaziar bem o peito em cada mamada.

Fonte:http://www.bradescosaude.com.br