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PARTE II – AUTOMEDICAÇÃO: SINTOMA DE QUE ALGUMA COISA NÃO ESTÁ BEM …

 

Quando alguém resolve tomar medicação por conta própria, sem buscar orientação médica, fique atento: algum problema, muito sério, pode estar por vir…
A automedicação é, infelizmente, uma prática muito comum em nosso meio. “Do ponto de vista científico, não há diferença entre um dependente de cocaína e um viciado em remédios que contêm anfetamina”, diz o psiquiatra Dartiu Xavier da Silveira, coordenador do Programa de Orientação e Assistência a Dependentes (Proad), da Universidade Federal de São Paulo (conforme Revista Super Interessante, de fevereiro de 2003).
A automedicação pode disfarçar sintomas que parecem corriqueiros, como dor de cabeça, mas que poderiam alertar para um diagnóstico grave. O grande risco de medicamentos para dor de cabeça é eternizar o problema, pois se você tomar sempre remédio como prevenção para o problema – ou seja, até para não ter – pode acabar tendo dor de cabeça quando não tomá-lo.
Outro grande problema, comum nos casos da automedicação, é que muita gente toma os remédios do jeito que os ‘outros’ tomaram e que deu certo ‘pra eles’. A associação de leite + antibiótico, por exemplo, pode reduzir o efeito de alguns medicamentos. Vejam só: há alguns antibióticos que devem ser tomados em jejum. O leite prejudica absorção de outros, como as tetraciclinas; já as quinolonas são melhores absorvidas se tomadas em jejum.
Que profissional melhor que um médico para orientar a forma de tomar um desses medicamentos e em que situações?
Autor: Dr. Jacyr Pasternak, infectologista
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