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PINTAS, QUANDO DEVO ME PREOCUPAR COM ELAS ?

Você sabe quantas pintas tem no corpo? Onde elas estão? Estão crescendo? Devo me preocupar com elas? São muitas perguntas. Precisamos realmente saber todas essas respostas sobre meras pintinhas tão inofensivas? A resposta é: SIM.

As pintas, ou nevos, são acúmulos de células especiais responsáveis pela cor da nossa pele. As pintas escuras, sejam elas congênitas (de nascença) ou adquiridas (que surgem a partir do segundo ano de vida), devem ter uma atenção especial.

Quase metade da população brasileira tem pintas, que vão aparecendo durante a vida e sofrem a influência do sol. É aí que está o grande perigo: elas podem se transformar em malignas por causa da radiação solar.

Agora, como saber se uma pinta é inofensiva ou não? Existe uma regra básica, que chamamos de ABCDE:

A – assimetria
B – bordas irregulares
C – cores múltiplas
D – diâmetro maior ou igual a uma ponta de uma caneta esferográfica
E – evolução da pinta (crescimento, coceira, sangramento espontâneo)
Ou seja, pintas assimétricas, com bordas irregulares, com mais de uma cor e que crescem. Cuidado, sinal de alerta! Procure um dermatologista.

As pintas congênitas (de nascença) também devem ser observadas. Em mulheres grávidas, o número de pintas pode aumentar e as preexistentes podem ficar mais escuras e crescer. Por isso, também são sinais importantes.

Quanto maior o número de pintas, maior é o risco de câncer de pele. Por isso, se você tem muitas pintas, evite a exposição excessiva ao sol, não retire a camiseta se for andar ao sol, use filtro solar com fator de proteção alto (FPS mínimo de 30) e consulte um dermatologista pelo menos uma vez ao ano.
Autor: Dra. Marcia Purceli, dermatologista do Einstein
http://www.einstein.br/blog/Paginas/post.aspx?post=892