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TUBERCULOSE GANGLIONAR

O que é

A tuberculose é uma doença infecciosa que pode acometer diversos órgãos, sendo o pulmão o mais frequente. O acometimento dos gânglios linfáticos é uma das formas mais comuns de tuberculose extrapulmonar, sendo chamada de escrofulose quando o gânglio doente estiver na região do pescoço.
Causas
Ela é provocada por um bacilo (um tipo de bactéria) chamado Mycobacterium tuberculosis. A depender do estado imunológico do paciente podemos dizer que a tuberculose é ativa (significa que o indivíduo está doente) ou é latente (significa que o indivíduo não está doente). A tuberculose ganglionar geralmente ocorre por reativação do bacilo.
Sintomas
O sintoma mais comum da tuberculose ganglionar é o aumento de tamanho do gânglio. Em pacientes que têm a imunidade comprometida, como portadores do HIV, pode apresentar febre. Os gânglios do pescoço são os mais acometidos.
Diagnóstico
Quando houver suspeita diagnóstica de tuberculose ganglionar o médico solicitará a retirada de material do gânglio para análise (pesquisa da bactéria, cultura e anatomia patológica). Esta análise poderá ser feita através de punção aspirativa do nódulo ou mesmo a retirada cirúrgica do nódulo.
Tratamento
A tuberculose é uma doença de notificação compulsória no Brasil, de tal forma que o tratamento é feito com antibióticos fornecidos apenas nos centros de referência. O tempo de tratamento é prolongado (pelo menos seis meses) e é feito com quatro remédios.
Prevenção
Medidas simples, como alimentação saudável e tempo adequado de sono são importantes para o organismo. Uma higiene adequada das mãos também é importante na prevenção de doenças infecciosas. Tossir com etiqueta (cobrir nariz e boca ao tossir) também é importante.
A vacinação com BCG feita no recém-nascido ajuda a proteger contra as formas graves de tuberculose (meningite, encefalite e tuberculose miliar), mas não evita a infecção pelo Mycobacterium tuberculosis.
Incidência no Brasil
Apesar dos esforços das autoridades de saúde e da diminuição da incidência da tuberculose no Brasil, o coeficiente de incidência ainda é um dos mais altos do mundo (34,2 casos por 100 mil habitantes) com mortalidade de 2,1 óbitos por 100 mil habitantes.
Fonte: https://www.einstein.br