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VACINA FRACIONADA DE FEBRE AMARELA

 

O que é a dose fracionada? Quem irá recebê-la? Confira as principais informações sobre o tema
No último dia 9 de janeiro de 2018, o Ministério da Saúde anunciou uma campanha de vacinação contra a febre amarela nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia, prevista para começar em fevereiro deste ano e com uma novidade: a dose fracionada da vacina. O fracionamento é o uso da vacina da febre amarela em porções menores das habituais e/ou prescritas tradicionalmente.

A dose habitual (única) pode ser dividida em 4 ou 5 doses da vacina fracionada. Portanto mais pessoas podem ser imunizadas. “A diferença entre a vacina fracionada e a clássica é a quantidade de vírus injetada, 1/5 da dose habitual na fracionada”, explica o dr. Jacyr Pasternak, infectologista do Einstein.

Outra diferença prática entre as doses é o “tempo de validade”. A fracionada vale por oito anos e possivelmente será necessário fazer uma nova vacinação – ainda não definida pelo Ministério da Saúde. Já pacientes que receberam a dose única contra a febre amarela não precisam ser vacinados novamente.

A dose única não deixará de ser aplicada. “Ela é necessária para viajantes, uma vez que a Organização Mundial de Saúde (OMS) não reconhece essa forma de vacinação (fracionada) e não garante o atestado”, afirma o dr. Pasternak.

Quem deverá ser vacinado?
O Ministério espera imunizar 19,7 milhões de pessoas, sendo 15 milhões com doses fracionadas e 4,7 milhões com a dose habitual (única). Crianças de 9 meses a 2 anos de idade, pessoas com condições clínicas especiais, como Aids, doenças hematológicas ou após o término de quimioterapia, gestantes em zonas de risco e viajantes internacionais (mediante apresentação do comprovante de viagem) receberão a dose única.

Receberão a dose fracionada: outros brasileiros acima dos 2 anos de idade que estiverem nas áreas determinadas pelo Ministério. Indivíduos com mais de 60 anos devem se consultar com o médico antes de tomar a vacina.

Qualquer vacina contra a febre amarela permanece contraindicada – salvo outra orientação dos profissionais – a pacientes imunodeprimidos ou em tratamento contra o câncer, alérgicos a ovo e a gestantes fora de áreas de risco.
Fonte: https://www.einstein.br